Porque do amor, sabemos nós. bem longe do amor de hollywood, dos livros e histórias de encantar que nos prometeram quando o mundo parecia grande de mais para nós. hoje parece tudo mais fácil, somos nós que somos grandes de mais para um mundo que, sempre que queremos (e tu sabes que queremos muito) se faz pequeno. tão pequeno que dois simples passos me trazem o amor ao meu lado.
são tantas as vezes que me fazes falta, que olho à volta à procura de uma distração que me leve para longe da falta de ti. digo-te tantas vezes que sou capaz de tudo, mas minto, tantas vezes que não sou capaz de tanto. não sou capaz de passar um dia sem te falar, não sou capaz de passar um dia sem saber de ti, não sou capaz de passar um dia sem te ver, não sou capaz que tal incapacidade é proporcional ao tamanho do meu amor por ti. enorme.
sim, acho que gosto de ti. o suficiente para dizer que te amo. e, garanto-te, isso já é tanto de mim que ainda hoje me pergunto se foi a tarefa dantesca de dizer que te amo que te conquistou. a mim custou tanto, a ti custou tão pouco que ainda hoje acho que só tenho louros a repartir com a sorte. a sorte de te conhecer, a sorte de reparares em mim, a sorte de poder ser eu a adormecer-te, a sorte de te ter ao meu lado, a sorte.
foste, és e serás sempre diferente. somos dois diferentes num mundo de iguais. e conhecer-te diferente faz-me acreditar que vale a pena lutar todos os dias por um amor inadiado. e acredito veemente que lá fora poucos se apercebam de tanto. não faz mal porque do amor, sabemos nós.
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